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Presidente da Famasul conhece Sistema de Vigilância Sanitária e os procedimentos adotados por SC

11 de setembro de 2019

O presidente da Famasul – Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul, Mauricio Saito, esteve em Florianópolis (SC), nesta segunda-feira (09), para conhecer os procedimentos adotados pelo estado no processo de retirada da vacinação de febre aftosa. Santa Catarina é o único estado brasileiro certificado internacionalmente como área livre da doença sem vacinação.

O presidente participou de reuniões técnicas com instituições e órgãos oficiais catarinenses responsáveis pelo Sistema de Defesa Sanitária Animal do estado, com o objetivo de conhecer as políticas públicas e ações da iniciativa privada, principalmente dos produtores rurais, que garantiram à Santa Catarina o certificado de área livre de febre aftosa sem vacinação pela OIE (Organização Mundial de Saúde Animal).
 
“Santa Catarina comemora 12 anos da certificação e, desde a suspensão da vacina, vem se consolidando como grande produtor e exportador de carnes. Em Mato Grosso do Sul, a evolução do PNEFA [Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa] também vai alavancar a movimentação econômica, especialmente a da produção de proteína animal”, ressaltou Mauricio Saito.
 
A busca pela segurança alimentar leva alguns países a comprarem somente produtos oriundos de áreas certificadas, onde não há registro de circulação viral e onde o controle sanitário é extremamente rigoroso. “Com a suspensão da vacina e a obtenção do certificado de país livre sem vacinação, teremos acesso aos mais exigentes mercados mundiais. Nosso estado só tem a ganhar e os produtores também”, reforçou.
 
Saito participou de reuniões com a presidente da Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina), Luciane de Cássia Surdi; com o presidente da Feasc (Federação de Agricultura e Pecuária de Santa Catarina), José Zeferino Pedroso, com o secretário estadual de Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa, e com o conselheiro executivo do Icasa (Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária), Osvaldo Miotto Júnior. A agenda teve participação dos gestores do Departamento e da Divisão de Defesa Sanitária, Rosemberg Tartari e Débora Reis. 
 
Coordenado pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), o PNEFA visa a ampliação das zonas livres de febre aftosa sem vacinação, estabelecendo metas para que a vacina seja retirada até o ano de 2021.

Fonte: Famasul
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