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Conab revisou para baixo a produção brasileira de milho em 2017/2018

09 de fevereiro de 2018

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou no dia 8/2 o quinto levantamento da safra brasileira de grãos 2017/2018.

Houve revisão para baixo da produção de milho no país na temporada atual, tanto na primeira como na segunda safra.

 

Com relação à primeira safra ou safra de verão, a expectativa é de que sejam colhidas 24,74 milhões de toneladas neste ciclo, frente as 25,18 milhões de toneladas estimadas no relatório de janeiro/18.

 

O volume é 18,8% menor que o colhido em 2016/2017. Isto significa 5,72 milhões de toneladas a menos.

 

A área de milho de verão diminuiu 8,9% em 2017/2018 frente à safra passada, enquanto a produtividade média deverá cair 10,8%.

 

Para o milho de segunda safra ou safra de inverno, a Conab estimou 63,26 milhões de toneladas produzidas no país em 2017/2018, frente as 67,17 milhões de toneladas estimadas anteriormente.

 

Em relação a 2016/2017 o volume deverá ser 6,1% menor este ano, equivalente a 4,12 milhões de toneladas a menos na segunda safra.

 

As revisões para baixo com relação às expectativas de área semeada e de produtividade média das lavouras de milho de segunda este ano foram em função do clima menos favorável, principalmente as chuvas em excesso no Brasil Central e no Paraná, que têm atrasado a colheita da safra de verão e, consequentemente, a semeadura do milho de segunda safra.

 

No total o país deverá colher 88,01 milhões de toneladas em 2017/2018, frente as 97,84 milhões de toneladas colhidas em 2016/2017.

 

Por fim, com as revisões para baixo da produção em 2017/2018 e a revisão para cima da demanda interna, estimada em 58,50 milhões de toneladas, frente as 56,16 milhões de toneladas em 2016/2017, os estoques internos foram reduzidos.

 

Estão previstas 18,52 milhões de toneladas ao final de 2017/2018, frente as 23,17 milhões de toneladas estimadas no relatório de janeiro.

 

Lembrando que os estoques de passagem em 2016/2017 foram de 18,61 milhões de toneladas e em 2015/2016 foram de 6,95 milhões de toneladas. 


Fonte: Scot Consultoria
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