Colunistas

Jonatan Pereira Barbosa

Palavra do Presidente

Presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul)

CPI vai acabar com as pedaladas do CIMI em MS

Quarta, 30 de novembro de -1 às 00h00

Criada para investigar a origem dos recursos que patrocinam as invasões e os ataques violentos contra produtores rurais por indígenas em Mato Grosso do Sul, a CPI do CIMI é uma incisão certeira para drenar a principal artéria que alimenta a perversa manipulação das tribos sul-mato-grossenses.

O que a população vem assistindo no Estado é uma barbárie contra o direito de propriedade e contra o direito de produzir num Estado Democrático de Direito.

O governo federal só assiste a guerra que ele, sorrateiramente, ajudou a instalar no Estado, com o objetivo de demarcar não as áreas indígenas, mas demarcar um território que ele conhece como ninguém: o da manipulação das minorias com a promessa de seguro social eterno.
 
E promessas que na absoluta maioria das vezes ele nunca cumpre. Cadê a solução para os conflitos que o Ministério da Justiça prometeu para o mês de setembro?
 
Ao que nos parece o “método da pedalada” parece ser uma regra que a cartilha do governo canhoto da “presidenta” Dilma emprega com rigor científi co. E aqui no Estado de Mato Grosso do Sul, onde existe uma centena de propriedades rurais produtivas e tituladas invadidas por indígenas, o governo federal dá as suas “pedaladas” para empurrar o problema para cada vez mais longe de uma solução pacífica.
 
É preciso investigar quem está por trás das invasões, já que as próprias lideranças indígenas afirmam que eles não querem terras. É preciso punir quem se camufla nas cortinas de fumaça e armam os indígenas, que “importam índios do Paraguai”, que alugam ônibus e caminhões para o transporte de famílias inocentes, que são posicionadas como escudos humanos nos confrontos causados pela própria inércia do governo federal.
 
O CIMI, cuja tarefa é alimentar a utopia de que o Brasil será devolvido para as populações autóctones, vem de fato incentivando as invasões, com a ajuda de ONGs internacionais convencidas de que aqui se viola direitos humanos quando o governo nega-se a demarcar as áreas indígenas e permite o confronto.
 
Ora, onde estão as populações aborígenes da Europa, que foram dizimadas impiedosamente desde as Cruzadas Católicas? Agora vem estrangeiro querer cobrar dívida que lá fora eles não pagaram até hoje?
 
A CPI do CIMI está tirando o sono de muita gente, que já tratou de mobilizar a corrente canhota da Assembleia Legislativa para instalar uma outra comissão, a CPI do Genocídio. Não somos contra indígenas, convivemos pacificamente em vizinhança com as aldeias há décadas, mas desde 2003, com a vitória da esquerda e seus aliados, é que a paz vem sendo corrompida, pois a estratégia eleitoreira do governo é trazer para debaixo de suas asas um contingente cada vez maior de excluídos.
 
Mesmo que esses excluídos sejam por ele mesmo fabricados, dia após dia com o abandono dos indígenas pelos programas sociais, que não têm outra alternativa a não ser ceder à manipulação daqueles que estão acostumados a governar certos de que não importa o custo e sim o benefício (próprio).
 
CPI neles.

 

 
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